quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Stephan Nigri é que levantou a tese: Reinaldo Azevedo também lê Táxi em Movimento?‏



















Caro Jorge,

está difícil achar o blog, teste no google e não verás menção alguma sobre o blog.


Alguma.


Eu e minha patroa ficamos viciados no Táxi - he he, no bom sentido.


Hoje ela me disse:

ih, amor, olha, acho que o Reinaldo está citando o Jorge de forma oblíqua - kkkkk, mulher é phoda.

Será que está?



Vê aí. """"


Pobre ou rico, branco ou preto, banqueiro ou pichador, as pessoas estão presas ou soltas segundo a observância das leis do país? Se a resposta for positiva, e permanecendo eventuais injustiças, o suposto homem comum poderia bradar, como personagens de Gil Vicente: “NINGUÉM quer justiça, e TODO MUNDO é injusto”. Mas o jornalista — que não é o frentista, o motorista de táxi, o açougueiro da esquina — e a jornalista, que não é a Maricotinha fazendo a feira ou as unhas (não deveria ser ao menos), têm a obrigação de indagar, então, sobre os caminhos institucionais a serem perseguidos (ou que estão sendo trilhados) para fazer com que a justiça seja igualmente distribuída. Em vez do brado bucéfalo de suposto inconformismo, que nada mais é do que aceno para a torcida de tontos-maCUTs, TÊM O DEVER PROFISSIONAL DE PENSAR (E INDAGAR SOBRE) ALTERNATIVAS DE NATUREZA INSTITUCIONAL.""""""""


Negrito meu - só para destacar.

Você é um sucesso, só que ninguém admite ahahahahahaha



Abraço




Sthefano Nigri












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